domingo, 11 de agosto de 2013

JK EM CHAMAS

                   (Queimada gigante no JK assustou moradores neste domingo)


A baixa umidade, o tempo seco e os ventos provocaram hoje um grande susto em torno do Bairro JK. Um grande incêndio tomou conta do terreno dos Bicalhos queimando uma grande área de pasto e pequenos arbustos, provocando uma nuvem gigante de fumaça e muto fuligem por toda região dos Bairros Santa Bárbara e Novo Horizonte. Situações como esta mostram como o homem vem acabando com o pouco de verde existente na cidade e poluindo o ar já contaminado, numa total falta de consciência  com o meio ambiente.

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

POLITICAGEM NA UEMG MONLEVADE

Imagens segundo o Governo de Minas da Futura UEMG Monlevade.

As promessas para o próximo ano eleitoral já estão aceleradas em Monlevade. Depois da carreta com cursos de informática do Deputado Silveira, agora o Governo de Minas  anuncia mais uma vez a construção de um Campus para a UEMG em Monlevade. No ano passado esta mesma promessa foi anunciada com toda pompa somente para eleger o seu candidato na cidade e pelo visto para eleger o irmão, este projeto é colocado na pauta do dia como se pode ver hoje na imprensa Monlevadense. É muita picaretagem política, tentar mais uma vez enganar toda a cidade, pois com certeza não sairá do papel tal projeto, assim como até hoje esperamos pelo IML.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

TODA A CIDADE PEDE SOCORRO

Av. Getúlio Vargas, Areia Preta, mato invadiu a Pista.

Publicamos abaixo o excelente texto do Dr.Stanley, que fez parte da edição do Jornal A Notícia  do dia  02/07/2013, onde ele relata a necessidade de nós Monlevadenses cobrarmos do poder público medidas urgentes para com a nossa cidade, mas também lembrar que parte da situação vivida é provocada pelos próprios moradores. Vale também para refletirmos sobre o nosso papel enquanto cidadão.


A Vila Tanque pede socorro

(*) Stanley Baptista de Oliveira

O que mais incomodava a população de João Monlevade no final do governo do prefeito Prandini era: 1°) o matagal que tomou conta da cidade; 2º) o lixo jogado nos lotes vagos e nas esquinas; 3°) os buracos nas ruas e avenidas, especialmente em locais de muito trânsito como no cruzamento da avenida Armando Fajardo com Getúlio Vargas (em frente do Hotel Monza). Quando o Teófilo Torres, jovem e entusiasmado prefeito, em quem votei e em quem depositei minhas esperanças, tomou posse, todos nós esperávamos que estes três itens fossem resolvidos imediatamente, em caráter de emergência para que sentíssemos que, afinal, alguém estava cuidando da cidade. Passaram os primeiros 100 dias, período em que o novo governante mostra sua capacidade técnica e estilo administrativo, e pouco, quase nada foi feito. O vereador Zé Lascado, com boa dose de ironia e de humor, sugeriu que esperássemos os primeiros 200 dias. Esperamos até agora e, perto dos 200 dias pedidos pelo Zé Lascado, as coisas ainda não deslancharam da maneira rápida e eficiente que os monlevadenses queriam. 
As obras que a cidade precisa com urgência estão transcorrendo muito devagar, muito lentamente, de maneira irritante. O matagal está sendo atacado de maneira muito tímida, lenta e incompleta. Gostaríamos que o mato, que vem sendo cortado com enxada, foice e outros instrumentos antiquados e rudimentares, fosse logo em seguida recolhido. Durante alguns dias andaram usando o método dos índios para dar um destino ao mato cortado, ou seja, queimando-o, espécie de coivara, com a fumaça irritando os olhos e vias aéreas das pessoas e sujando de cinzas as ruas capinadas. Ninguém gostou.
Os buracos nas ruas continuam, alguns foram tapados com fina camada de asfalto, outros estão no mesmo lugar e outros novos se formaram com o tempo. O recente asfaltamento da avenida Contorno, na Vila Tanque, foi feito em poucos dias, ficou de ótima qualidade, mas faltou ser vistoriado pelo prefeito. Se o Teófilo Torres tivesse passado pelas ruas asfaltadas, teria recebido sorrisos e tapinhas nas costas dados pelos moradores do bairro, agradecidos, mas teria, também, verificado que o serviço ficou incompleto: o desnível entre a camada de asfalto e as bueiras que ficam no meio da pista provocou, principalmente à noite, perigosíssimas armadilhas para os motoristas, que estão irrita-díssimos com este acabamento irregular. Estes buracos enormes, sem qualquer sinalização, estão causando riscos de graves acidentes além de danos à suspensão e outras peças dos veículos. Os quebra-molas, também recapeados, estão sem qualquer sinalização, estão perigosos demais, de modo especial à noite. Por que não fizeram o trabalho corretamente? Por que tudo em Monlevade é feito de maneira incompleta, nas “coxas”?
Se o prefeito andasse a pé pela rua Dr. Geraldo Soares de Sá, ainda na Vila Tanque, no trecho entre a avenida Contorno e a Abeb, iria ficar assustadíssimo: a tão bonita mata ao lado da rua transformou-se em “bota fora”, com lixo doméstico, restos de construções, restos de móveis; matagal tomando conta da calçada, levando pedestres para o meio da rua. A situação não está pior porque muitos moradores estão fazendo a capina que deveria ser feita pela Prefeitura. Buracos na calçada, em toda sua extensão, trazendo transtornos e muita raiva em todas as pessoas que por ali passam, dia e noite, seja para irem ao Hospital Margarida ou para fazer caminhada na destroçada pista. Esta situação perdura há anos, diante da insensibilidade e incapacidade dos nossos prefeitos. Até onde vai durar nossa paciência? Se o prefeito Teófilo Torres viesse conferir o que estou relatando, ficaria condoído e tenho certeza que mandaria capinar e limpar todo este trecho de 850 metros e mandaria recapear a calçada. 
Seria muito bom para o prefeito e para Monlevade se ele, pelo menos uma vez por semana, saísse do seu gabinete e andasse a pé e de carro pelas ruas, para ver como vão as coisas na cidade que o elegeu e para ser visto pelos moradores que depositaram tanta esperança nele. Se andar à noite, ainda na região da Vila Tanque, na divisa com Areia Preta, veria a total falta de iluminação entre o “morro do Julinho” e a Associação dos Aposentados, na avenida Getúlio Vargas, sentido Carneirinhos. Nenhuma lâmpada neste lado da avenida, cuja calçada irregular, de terra, está tomada pelo mato, obrigando os pedestres a arriscarem a vida andando no meio da rua, no escuro.
Teófilo Torres, João Monlevade está pedindo socorro. A Vila Tanque, bairro onde moro há 51 anos, está pedindo SOCORRO!!! Não nos decepcione. 

(*) Stanley Baptista de Oliveira é médico e morador do bairro Vila Tanque
 


segunda-feira, 1 de julho de 2013

CAVALGADA NÃO COMBINA COM O AREÃO

                   Pista de Caminhada: opção de atividade física para os Monlevadenses


Situado bem no coração da cidade, o Parque Municipal do Areão é composto por uma grande área verde, onde no passado a exploração de areia dominava o cenário deixando uma grande cratera que levava muitos detritos para o centro da cidade  nos períodos de chuva. Após intervenção por parte do poder público em conjunto com empresas privadas, o local foi recuperado e reflorestado, sendo que no governo passado  a área ganhou iluminação e uma Pista de Caminhada calçada com bloquetes, além de uma trilha sinalizada para deficientes visuais e a recuperação do espelho d'água e da colocação de bancos e mesas em madeira reflorestada.
Mas o sossego do Parque está para ser quebrado com a Cavalgada prevista para agosto, mesmo com o local sendo Área de Proteção Ambiental e com proibição do Ministério Público proibindo eventos no local. Esperamos que o MP intervenha e mantenha o Areão afastado destes eventos, que em nada colaboram para a preservação do Parque.

quarta-feira, 5 de junho de 2013

DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE E A SERRA DO ANDRADE

Importante para a economia do Brasil, a mineração vem avançando na região com grandes projetos e mão de ferro na destruição do Meio Ambiente. Em Monlevade não é diferente de outras regiões, mas com um agravante: os royalties da mineração vão integralmente para Bela Vista de Minas e para nossa cidade sobrou os danos ambientais e  o trânsito pesado das carretas carregadas com minério para outras siderúrgicas, utilizando nossas vias urbanas com destino ao Vale do Aço, além da poluição particulada e explosões na Mina que são sentidas na região do Bairro Rosário. A vegetação foi suprimida e a exploração da Mina deixou um grande buraco na Serra do Andrade e nos períodos de seca do ano, com certeza a poeira tomará conta de boa parte da cidade. Mais um presente de grego da ArcelorMittal para os Monlevadenses.


Com estas imagens o que temos para comemorar neste Dia Mundial do Meio Ambiente?









domingo, 2 de junho de 2013

17 MILHÕES EM CAIXA E A CIDADE CONTINUA UM LIXO

                                          Praça na Areia Preta, a selva é aqui.

Destaque na imprensa Monlevadense neste fim de semana, foi a grana que a forasteira de Nova Era, guardou nos cofres da Prefeitura durante estes seis meses de governo. São 17 milhões de reais economizados cortando papel higiênico, médicos no PA, materiais escolares e uma infinidade de outros itens, além de simplesmente não limpar a cidade que continua um lixo. Não serão setenta trabalhadores contratados recentemente que farão a diferença na situação caótica em que a cidade se encontra. As imagens abaixo foram feitas hoje, exatos seis meses depois e nada mudou ainda.
                                     Risco para motoristas  próximo ao Estádio.

Canteiro central da Getúlio Vargas no Baú

                                 Moradores também ajudam com sua colaboração